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segunda-feira, 7 de março de 2011

Segunda de sítio

Moro no América que, apesar do esforço e vigilância das mulheres da Associação dos Moradores, está se transformando num arquipélago de espigões residenciais. Minha rua. A Visconde de Mauá ainda resiste a par de outras como Orleans, Timbó, Presidente Costa e Silva, Jaraguá, Alceu Koentopp.
Estas teimosas veredas agora servem de ligação entre uma ilha de prédio e outra. Mas o bairro ainda é residencial.
Nesta segunda só não há silêncio pleno pela algazarra da passarada. Bentevis, aracuãs, sabias, sanhaçús, saíras, periquitos, quero-queros, saracuras, bicos-de-lacre, canários, joãos-de barro e os onipresentes pardais.Todos urbanizados. Ambientados. Hoje o bairro é deles e de alguns caminhantes preguiçosos.
Exceção que garante a regra o helicóptero da PM patrulha os céus e apunhala o bucolismo.

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