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segunda-feira, 28 de março de 2011

Marasmo de segunda

Ouço o ruído das pessoas nesta segunda. Na redação preparam o jornal rindo das coisas do final de semana. Tudo segue meio no piloto automático. Sem tesão. Nas redes sociais o grito dos surdos: ouçam-me mas não me façam ouví-los. No telefone informações pela metade:
- O deputado fulano esta com câncer.
- Posso te citar com fonte?
- Não! Pelo amor de Deus, não me comprometa.
Sei que minha fonte quer mesmo é que eu divulgue o boato. Está pouco se lixando se verdadeiro ou não. Lembro de Tancredo Neves. Conheci-o bem. Pessoalmente. Era um mineirinho sem vergonha, mas esperto. Um amigo veio-lhe. Alvoroçado:
- Dr. Tancredo tenho uma coisa para contar-lhe. Mas o senhor não pode contar para ninguém.
- Então não me conte. Se voce não pode guardar seu segredo por que eu terei de fazê-lo?
Pela internet vejo que o ex-vice presidente José Alencar está internado mais uma vez. Vai entrar para o livro dos recordes. Não gostaria de entrar numa disputa com esse homem. Ele vem dando de goleada na morte.
Também pela na rede leio que impostos sobre cerveja e - acreditem - água, aumentará em 15%.Os pacotes de bondades da Dilma vão matar os brassileiros de sede. Menos mau que os vinhos escaparam da sanha do fisco. Baco é um Deus generoso.É tempo de libação e reflexão sobre este caos ruidoso.

Um comentário:

Anônimo disse...

Caro João. O vinho também não escapou. Pelo menos os importados. A Dilma duplicou o IOF sobre compras com moeda estrangeira.

Abs.

Mauro