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quinta-feira, 30 de junho de 2011

A história do primeiro sacerdote


Dia 01 de junho é o Dia de Santo Aarão, primeiro Sumo Sacerdote dos judeus
Aarão (ou Arão) palavra que significa “progenitor de mártires” em hebraico possivelmente relacionado com o egípcio “Aha Rw,” “Leão Guerreiro”), foi o irmão mais velho de Moisés, e primeiro sumo sacerdote dos judeus.
História bíblica
Aarão teria sido filho mais velho de Amrão e Joquebede, da Tribo de Levi .Era bisneto de Levi. Tinha uma irmã mais velha, Miriam. Casou com Eliseba, filha de Aminadabe, da Tribo de Judá, que lhe deu quatro filhos, Nadab, Abiú, Eleazar e Itamar.
Aparece na bíblia quando Jeová, o Deus de Israel o envia desde o Egito para se reunir com o seu irmão Moisés no Monte Horeb. Tornou-se escolhido por Deus como porta-voz (profeta) de Moisés (que teria problemas de dicção de acordo com a tradição), e serviu como orador junto do Faraó, nas diligências que permitiram a realização do Êxodo e da libertação do povo hebreu do Egito, em direção à Terra prometida.
Seu papel central levou à sua escolha e de sua descendência em perpetuidade como sumo sacerdote dos israelitas quando da constituição do sacerdócio no Tabernáculo, ainda que posteriormente por covardia tenha participado de algumas rebeliões contra autoridade divina como na criação do bezerro de ouro, ídolo pedido pelos israelitas para guiar-lhes já que Moisés estaria desaparecido, pois estava no Monte Sinai recebendo os Dez Mandamentos.
Aarão e Moisés não foram autorizados por Deus a entrar em Canaã. A razão alegada é que os dois irmãos apresentaram impaciência em Cades, no ultimo ano de peregrinação no deserto, quando Moisés bateu na rocha para sair água e a ordem de Deus era para que falasse, ordenando a rocha. Da morte de Aarão temos duas histórias a principal e mais detalhada de que Aarão, Eleazar seu filho e Moisés, subiram ao monte Hor, Moisés tirou as vestes de Aarão e as colocou em seu filho Eleazar. E Aarão morreu no alto do monte. Depois disso, Moisés e Eleazar desceram do monte, e , quando toda a comunidade soube que Aarão tinha morrido, toda a nação de Israel pranteou por ele durante trinta dias. Aarão tinha cento e vinte e três anos de idade quando morreu no monte Hor, no primeiro dia do quinto mês do quadragésimo ano depois que os israelitas saíram do Egito. A outra historia conta em Deuteronômio que os israelitas partiram dos poços dos jaacanitas e foram até Moserá. Ali Arão morreu e foi sepultado, e o seu filho Eleazar foi o seu sucessor como sacerdote. O monte Hor ficava nos limites da tribo dos Edomitas, próximo a Petra, atualmente é território da Jordânia.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Lucro Brasil nos condena a carro caro

O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê? Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o “alto valor da mão de obra”, mas os fabricantes não revelam quanto os salários – e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei.

A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundo é o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo do capital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vão mostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum país do mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, o carro custa tão caro para o consumidor.

A indústria culpa também o que chama de Terceira Folha pelo aumento do custo de produção: gastos com funcionários, que deveriam ser papel do estado, mas que as empresas acabam tendo que assumir, como condução, assistência médica e outros benefícios trabalhistas.

Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricas argumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era preciso aumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dos fornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores.

Pois bem: o Brasil fechou 2010 como o quinto maior produtor de veículos do mundo e como o quarto maior mercado consumidor, com 3,5 milhões de unidades vendidas no mercado interno e uma produção de 3,638 milhões de unidades.

Três milhões e meio de carros não seria um volume suficiente para baratear o produto? Quanto será preciso produzir para que o consumidor brasileiro possa comprar um carro com preço equivalente ao dos demais países?

Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, “é verdade que a produção aumentou, mas agora ela está distribuída em mais de 20 empresas, de modo que a escala continua baixa”. Ele elegeu um novo patamar para que o volume possa propiciar uma redução do preço final: cinco milhões de carros.

A carga tributária caiu e o preço do carro subiu



O imposto, o eterno vilão, caiu nos últimos anos. Em 1997, o carro 1.0 pagava 26,2% de impostos, o carro com motor até 100cv recolhia 34,8% (gasolina) e 32,5% (álcool). Para motores mais potentes o imposto era de 36,9% para gasolina e 34,8% a álcool.

Hoje – com os critérios alterados – o carro 1.0 recolhe 27,1%, a faixa de 1.0 a 2.0 paga 30,4% para motor a gasolina e 29,2% para motor a álcool. E na faixa superior, acima de 2.0, o imposto é de 36,4% para carro a gasolina e 33,8% a álcool.

Quer dizer: o carro popular teve um acréscimo de 0,9 ponto percentual na carga tributária, enquanto nas demais categorias o imposto diminuiu: o carro médio a gasolina paga 4,4 pontos percentuais a menos. O imposto da versão álcool/flex caiu de 32,5% para 29,2%. No segmento de luxo, o imposto também caiu: 0,5 ponto no carro e gasolina (de 36.9% para 36,4%) e 1 ponto percentual no álcool/flex.

Enquanto a carga tributária total do País, conforme o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, cresceu de 30,03% no ano 2000 para 35,04% em 2010, o imposto sobre veículo não acompanhou esse aumento.

Isso sem contar as ações do governo, que baixaram o IPI (retirou, no caso dos carros 1.0) durante a crise econômica. A política de incentivos durou de dezembro de 2008 a abril de 2010, reduzindo o preço do carro em mais de 5% sem que esse benefício fosse totalmente repassado para o consumidor.

As montadoras têm uma margem de lucro muito maior no Brasil do que em outros países. Uma pesquisa feita pelo banco de investimento Morgan Stanley, da Inglaterra, mostrou que algumas montadoras instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro mundial das suas matrizes e que grande parte desse lucro vem da venda dos carros com aparência fora-de-estrada. Derivados de carros de passeio comuns, esses carros ganham uma maquiagem e um estilo aventureiro. Alguns têm suspensão elevada, pneus de uso misto, estribos laterais. Outros têm faróis de milha e, alguns, o estepe na traseira, o que confere uma aparência mais esportiva.

A margem de lucro é três vezes maior que em outros países




O Banco Morgan concluiu que esses carros são altamente lucrativos, têm uma margem muito maior do que a dos carros dos quais são derivados. Os técnicos da instituição calcularam que o custo de produção desses carros, como o CrossFox, da Volks, e o Palio Adventure, da Fiat, é 5 a 7% acima do custo de produção dos modelos dos quais derivam: Fox e Palio Weekend. Mas são vendidos por 10% a 15% a mais.

O Palio Adventure (que tem motor 1.8 e sistema locker), custa R$ 52,5 mil e a versão normal R$ 40,9 mil (motor 1.4), uma diferença de 28,5%. No caso do Doblò (que tem a mesma configuração), a versão Adventure custa 9,3% a mais.

O analista Adam Jonas, responsável pela pesquisa, concluiu que, no geral, a margem de lucro das montadoras no Brasil chega a ser três vezes maior que a de outros países.

O Honda City é um bom exemplo do que ocorre com o preço do carro no Brasil. Fabricado em Sumaré, no interior de São Paulo, ele é vendido no México por R$ 25,8 mil (versão LX). Neste preço está incluído o frete, de R$ 3,5 mil, e a margem de lucro da revenda, em torno de R$ 2 mil. Restam, portanto R$ 20,3 mil.

Adicionando os custos de impostos e distribuição aos R$ 20,3 mil, teremos R$ 16.413,32 de carga tributária (de 29,2%) e R$ 3.979,66 de margem de lucro das concessionárias (10%). A soma dá R$ 40.692,00. Considerando que nos R$ 20,3 mil faturados para o México a montadora já tem a sua margem de lucro, o “Lucro Brasil” (adicional) é de R$ 15.518,00: R$ 56.210,00 (preço vendido no Brasil) menos R$ 40.692,00.

Isso sem considerar que o carro que vai para o México tem mais equipamentos de série: freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo: 1.5 de 116cv.

Será possível que a montadora tenha um lucro adicional de R$ 15,5 mil num carro desses? O que a Honda fala sobre isso? Nada. Consultada, a montadora apenas diz que a empresa “não fala sobre o assunto”.

Na Argentina, a versão básica, a LX com câmbio manual, airbag duplo e rodas de liga leve de 15 polegadas, custa a partir de US$ 20.100 (R$ 35.600), segundo o Auto Blog.

Já o Hyundai ix35 é vendido na Argentina com o nome de Novo Tucson 2011 por R$ 56 mil, 37% a menos do que o consumidor brasileiro paga por ele: R$ 88 mil.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Temer, o boneco.

Michel Temer, vice presidente da República, marido da bela Marcela, tem se revelado um boneco ventriloquo. Embora seu partido, o PMDB, seja quem na verdade dá sustentação ao governo, ele tal como o Jaburu, que nomeia o palácio em que habita, dorme na beira do lago Paranoá, enquanto sua parceira de chapa, Dilma, honrando as calças que veste, toma decisões que o mole vice fica a saber pelos jornalistas, telejornais e jornais.

Esta semana Temer, que o PMDB vive a cobrar, protagonizou mais um espetáculo de sabujice. Convidado por Luiz Henrique, aceitou prestigiar a posse de Udo Dohler na Acij. Ao saber, Ideli Salvatti, esgrimiu a vassoura, aqueceu o caldeirão de bruxarias, e conjecturou: A posse do empresário, que esnobou seu oferecimento de ocupar a vice na chapa que o PT apresentou para disputar o governo, na verdade é prova da força de LHS que o levou para o PMDB. Contrtariada Ideli, macomunou com a chefa, madame Dilma, e proibiram Temer de vir. Obediente, ele aquiesceu.
Não contavam porém que o velho feiticeiro, doutorado em cabulações diárias ao longo das últimas quatro década,tinha muitos encantamentos para jogar.
LHS, tangeu Valdir Raupp, presidente do partido, para o centro do tabuleiro e transformou a paroquiana posse do presidente da Acij em evento de interesse nacional do PMDB. E lá veio o Temer, emburrado, usando portas laterais da Lyra, mas obediente e lustroso em seu sorriso amarelo.
LHS, com a magnanimidade do vencedor, escoltou-o impávido pelos salões, exibiu-o de roda em roda, deu-lhe comida, meteu-o no avião e devolveu-o ao roupeiro do Jaburu onde dormita até o próximo uso decorativo.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Vidas sem valor, exemplo ignorado

Nós, joinvilenses, tivemos perdas irreparáveis de líderes em acidentes aéreos. Para ficar apenas em tres: Dieter Schmidt, Cao Hansen e Harold Nielson.A morte destes homens resultou em verdadeiras tragédias para as famílias, mulhares de funcionários e toda Joinville.
Podemos considerar que a morte de Dieter resultou também em perda das características de comprometimento social da Tupy além do enfraquecimento do grupo no cenário mundial. O mesmo seu deu no caso de Cao. A Tigre enfrentou problemas sucessórios. Hoje segue grande mas sem a liderança social que exercia. A morte de Harold Nielson resultou na falência da Busscar com todas as suas consequências sobejamente conhecidas e trágicas.

Na noite de hoje Udo Dohler assume a presidência da ACIJ e passa a liderar um colegiado que reúne 18 líderes que representam centenas de empresários dos quais dependem os destinos de empresas e a tranquilidade de dezenas de milhares de colaboradores.
A pergunta que se impõe. Quanto vale a vida desses homens, a começar pela do presidente da Acij?
Parece-me que muito pouco. Não fosse assim já teriam se cotizado para pagar os rídiculos R$ 2,1 milhões que custa do tal ILS.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Solidão improdutiva

Na sexta-feira ouvi de um amigo. Solidão não faz bem. Como é tão fácil viver a mais profunda solidão com uma multidão ciruculando em volta? Sorrimos, falamos, trabalhamos, e voltamos para a casca. Para o limbo. Ao olhar os dias que se foram, este blog é a prova da esterilidade.
Tanta a coisa a registrar. Encontro de amigos ao redor de vinhos. Alan, Jurandir, Henrique, Beto e Ariel. Este foi embora porque precisava, mais do que de alcool, de um canto para uivar e gritar o alívio por ter sobrevivido a intensa tempestade familiar.
Beto apenas fez companhia, estragando bom vinho de mistura com vodka e coca. Alan, cobrou-me produtividade e me penitencio pela fiel inutilidade de diariamente buscar textos novos no blog.
Faltou arte e engenho para refletir e construir. Vivi nesses dias luta exaustiva contra um pequeno demônio que deseja fumar. Nego-lhe a ração de nicotina e ele vinga-se me tirando a paz. Mas sigo a luta surda.
Como prêmio redescubro cheiros quase esquecidos, paladares adormecidos, sossego em mesa de bar e, vitória maior, a tosse se foi.

Ideli e Santo Antônio

Hoje segunda feira, 13 de junho, dia de Santo Antônio, o casamenteiro, protetor dos pobres e patrono das causas impossíveis. Nasceu em Lisboa, virou sacerdote franciscano, andou pelo mundo morreu em Pádua aos 40 anos em 13 de junho de 1231.
Justo hoje é também a posse de Ideli Salvatti no Ministério das Relações Institucionais. Ali para fazer valer no Congresso Nacional os desejos de Dilma Roussef ela tem que fazer muita promessa a Santo Antonio e praticar diuturnamente a máxima da oração franciscana: “É dando que se recebe”.