Ocorreu um erro neste gadget

Follow by Email

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Dilemas do Carlito

Márcio Florêncio, o secretário da fazenda do prefeito Carlitos caiu. Pediu para sair. Não deixa saudades sequer entre os colegas de colegiado. Ainda se ouvirá falar dele. É acusado de malfeitorias que ainda não se tornaram públicas. Questão de tempo. Os danos que causou tendem a se ampliar. Com pouco poder para retaliar desafetos, sua saída promove vítimas de ontem em algozes de armas ensarilhadas. Quem o substituirá?


Um nome apropriado
Carlito tem o substituto perfeito em sua base aliada. Max Bornholdt, ex-secretário da Fazenda de Luiz Henrique da Silveira, é pai de Rodrigo Bornholdt, presidente do PDT, aliado do governo. Max é competente, com ligações afetivas com o PMDB, trânsito em todos os setores, com visão correta e humanista dos problemas joinvileses e especialista em tributação. Coisa que o próprio Rodrigo também o é. Resta saber se pai ou filho aceitam a missão. Joinville ganharia e o governo idem. Qualquer um deles agregaria valor e respeito a um colegiado com poucas e escassas expressões junto a comunidade joinvilense.


Prestígios ameaçados

Marcos Schoente, da Fundema, e Ariel Pizolatti, da Seinfra, são dois outros profissionais respeitados em seus setores. Claro que ninguém, ao longo da vida, constrói uma carreira sem pisar interesses nem deixar desafetos. Especialmente entre aqueles que querem se fazer pelo mexerico ou pela prática de safadezas.
Marcos, capitaneando uma entidade que tem por atribuição cuidar do meio ambiente e ao mesmo tempo liberar ações de desmatamentos, tem apoio até de entidades de defesa da ecologia, mas é torpedeado por colegas de governo. Especialmente do Ipuj. Este tem no comando Luiz Alberto que declara amor ao prefeito mas namora interesses que certamente trarão muitas dores de cabeça ao alcaide.
Ariel, com poucas condições de trabalho se não consegue realizar obras vistosas, oblitera danos. Os empreteiros da municipalidade, sem receber suas faturas, somente não vieram a público denunciar o colote municipal porque o italiano empenha a amizade e o crédito que tem para fazer as coisas se manterem calmas.
Dalbosco é outro. Culto, boa visão, republicano,tem procurado antecipar problemas, mas é bloqueado. Era por Márcio Florêncio e ainda o é por Ivonete Peixer. Dalbosco é interlocutor a quem, tanto petistas quanto opositores, admitem inteligência e capacidade de exergar além do mundinho retaco dos fundamentalistas que rodeiam Carlito.

Águas de Joinville
Os dois diretores petistas que se apossaram da Companhia Águas de Joinville e ignoram o presidente Atanásio Pereira que virou rainha da Inglaterra. Reina mas não governa. A empresa que tinha resolvido o problema de abastecimento de água na cidade, volta a ser notícia pela constante escassez do produto. Equipe técnica é reconhecidamente competente. O que imobiliza é descontentamento pela arrogância e grosserias dos dois diretores que entendem tanto de abastecimento de água quanto um tamanduá da anatomia das formigas. Tal como o bicho na relação com as formigas, eles sabem da empresa apenas o sabor e fartura que lhes empresta o poder efêmero. O que se ouve nos corredores e ruas desabastecidas é: Saudades de Henrique Chiste Neto



Um comentário:

dalila disse...

João gostaria realmente que o Dr. Max ou o Rodrigo aceitassem este cargo, são pessoas extremamente competentes e sérias.

Dalila