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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dilma, Joinville, Colombo e impostos

Cade a presidente?
Assessores, representantes, mensageiros, emissários e adjuntos vem a público com recados, mensagens, comunicados de decisão da presidente. Mas, cadê ela? Aumentam os rumores de que está doente e a doença não é uma simples pneumonia.
De qualquer forma hoje saiu do Palácio do Planalto uma decisão correta. Proibição do kit gay que o Ministério da Educação e o suspeitíssimo Fernando Haddad queriam distribuir nas escolas e às nossas crianças. Deveria demitir o ministro entregá-lo a Justiça por pedofilia.

Carlito acossado

Entra em zona crítica a situação do prefeito Carlito Merss. Articula-se na cidade a proposição na Câmara de Vereadores do pedido de impedimento. Observando as acusações penso que é possivel a sustentacão. Mesmo porque o legislativo atuará políticamente e não juridicamente. Joinville não merece. A cidade também não merece que os vereadores, de atuação nada proeficiente, em solidariedade aos grevistas, tranquem a pauta e prejudiquem a cidade. Verdadeiro tiro no pé.

Colombo ausente
Patrício Destro, vereador e promessa política joinvilense, ocupou a tribuna do legislativo cobrando que o governador Colombo volte de viagem e se posicione sobre a situação dos professsores da rede estadual. Em greve eles querem a aplicação da decisão da judicial sobre o pagamento do piso salarial da categoria. Nota-se no ar do norte catarinense, certo desencanto com o governador.

Impostos e a sua história
Impostos, a criação deles, cobrança, ou indulto destriiu países, construiu impérios, causou a morte de reis.
A bíblia registra que após a morte de Salomão,os judeus já não suportavam a pensada carga de tributos. Joboão, o sucessor, tentou ampliá-la e sucessivas rebeliões resultaram na criação do estado de Israel e Judá e daí toda a história dos hebreus que conhecemos.
Entre os anos 634 e 644 da nossa era, o califa Omar, segundo depois de Maomé transformou o islã em um império árabe. A conversão de persas, mouros, judeus e cristãos foi fácil. Os convertidos estavam isentos de impostos.
Carlos de Espanha, que reinou sobre o maior império do mundo em termos de extensão territorial (a maior parte da Europa e a América do Rio Mississipe até a Patagonia), entre 1500 e 1558, viveu endividado com a casa bancária de Jacob Fugger, isto porque sentia que seria perigoso criar novos impostos para financiar as ações do reino.
Na Inglaterra, o rei Charles, foi executado em janeiro de 1649 depois de longos anos de guerra civil. Tudo porque tentou criar novos impostos e o parlamento recusou.
O Pedro, o Grande, foi um gigante tanto na construção do império russo quanto por seu tamnanho superior a dois metros. Enfrentou venceu a guerra em família e contra as poderosas Suécia e Turquia em frentes diferentes. Passou grande parte de sua vida modernizando a Russia, e vencendo inimigos. Para isso vivia recrutando soldados e criando impostos. Foi o primeiro governante a criar um departamento especializado de em tirubutação. Sob ele até a barba dos russos e a água consumida foi tributada.
No Brasil quando Portugal resolveu cobrar 20% de impostos (os famosos quintos) enfrentou toda a sorte de revoltas. A Inconfidência Mineira foi a mais famosa. Hoje os Brasileiros trabalham mais de quatro meses ao ano somente para pagar tributos. Viva dia Livre de Impostos. Pena que é apenas um e mesmo assim meio faz de conta

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