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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Armadilha para um judeu

Dominique Strauss-Kahn, gerente geral do FMI, e que segundo as pesquisas, seria o próximo presidente francês, está preso nos Estados Unidos, sem direito a fiança, acusado de crime sexual. Ele estava hospedado em um hotel ao custo de U$ 3 mil por dia. Assim sem mais nem menos, a camareira entra no apartamento "achando" que o hóspede já tinha desocupado. Dominque salta nu do banheiro e ataca a moça. Então tá.
Nem em hotel de aeroporto, ou no motel mais chinfrim, a camareira é despachada para a arrumação sem que a gerência tenha absoluta certeza de que os ocupantes já saíram. Este truque de arrebentar reputações com estórias sexuais clandestinas já foi usado em França tantas vezes que romancistas de livro de bolso não as usam em seus enredos desde os anos 80 do século passado.
No país com mais preconceito contra judeus, a possibilidade de Strauss se tornar presidente deve provocar cólicas no aparato de segurança da França. Dominique Strauss-Kahn nasceu em 25 abril de 1949 no subúrbio parisiense rico de Neuilly-sur-Seine.É rico de berço e sua família é de mistura de judeus sefarditas e asquenazitas.Em 1951 a família se estabeleceu em Agadir, Marrocos, mas após o terremoto de 1960 mudou-se para Mônaco, onde começou a sua educação. Em 1972 retornou a Paris.
Strauss-Kahn foi um membro militante da União dos Estudantes Comunistas , antes de se juntar em 1970 ao Centro de Educação Socialista de Estudos e Pesquisas.Após a eleição do presidente François Mitterrand (PS), em 1981, ele decidiu ficar fora do governo. Ele envolveu-se no Partido Socialista (PS), que foi liderado por Lionel Jospin, e fundou Socialisme et Judaïsme.
Em 1986, foi eleito deputado pela primeira vez.Ele se tornou presidente da Comissão de Finanás da Assembleia Nacional .Ocupou sucessivos postos no governo frances até que em junho de 2007 foi escolhido, quase por unanimidade européia, para dirigir o FMI. Ligado à esquerda e ao capitalismo judaico europeu, Strauss é também conhecido como inveterado mulherengo. Já esteve em meio a escândalos. Primeiro pelo caso com uma jornalista, depois com uma funcionária casada do FMI. Em ambos saiu-se bem
Seu adovgado em Nova Iorque diz ter provas de que no momento em que a tal camareira afirma estar sendo atacada, Strauss almoçava em um restaurante com a filha, indo dali, em seguida, para o aeroporto.
Tenho certeza - olhando os fatos conhecidos e conhecendo a maneira de atuar, ao longo da história, das forças conservadoras de França - que Strauss caiu em uma armadilha. Certamente provará sua inocência, mas conseguirá recuperar a vantagem eleitoral sobre Sarkozy?

Um comentário:

Noemia Maria de Jesus disse...

Bastante bem situado e observado, a base, de que é bem improvável a mulher entrar por ali com ele lá dentro... mas... não se sabe... ainda... pois se a verdade for como expõe a mulher não passará o resto da vida na miséria... poderes muito grandes por detrás de tudo hoje me dia.