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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Minha coluna

 Fontan tortura Mira
Tem uma turma poderosa que se reúne no Iate Clube Boa Vista para jogar dominó. Entre eles, a família Klein, Fontan, Belli, o Ademar de Córdova, Ezequiel, Joaquim, Cacá Martan e o José Mira. Estou fazendo injustiça com os demais amigos, mas não anotei os nomes. No último encontro Mira foi parceiro do Fontan. Apanharam a noite inteira. Uma judiação. Mas o pior de tudo é o que o Fontan faz com o Mira. O mais cruel bullying. Tá certo que o joguinho do Zé é pequeno, mas precisa fazer aquilo com o rapaz? Ai que dó! Ô Fontan: por que não faz como o Cacá? Largou mão dele, mas não maltratou. Nosso inigualável Carlos Horn, inconformado com os maltratos ao Mira, imortalizou sua indignação em charge que publicamos na página 2


Antidoping em profissionais
Da atividade de promotores, médicos, juízes, engenheiros e policias espera-se que façam justiça, salvem vidas, protejam patrimônios. Mas e quando esses profissionais exercem suas profissões sob efeito de drogas?
Defendo, à semelhança do que ocorre com atletas, que estes profissionais sejam submetidos regularmente a exames antidopping. Promotor, juiz e delegado de polícia dependentes de drogas, além de atuar em estado alterado de consciência, ficam à mercê do traficante e não raro terminam agregados à quadrilhas.

Empreiteiras piratas
Repercute o comentário que produzi no programa Cidade em Ação da TV da Cidade e o editorial publicado pelo nosso Jornal da Cidade sobre essas empreiteiras predadoras. O maior impacto, porém, foi causado por entrevista que dei ao Osman Linconl na Rádio Clube onde ele me recebe quase todas as sextas-feira para falar do Jornal da Cidade.
Foi lá que falei dessas empresas e empresários picaretas que, especializadas em vencer concorrências, respondem em todo o Brasil por milhares de obras abandonadas e a perda de muitos milhões de reais do precioso e escasso dinheiro público.
A culpa é dessa anacrônica legislação, de agentes públicos mal preparados, da falta de um organismo para cadastrar esses malfeitores e do alto nível de corrupção. Esses empresários quando chegam são exemplos de refinamento.
Cooptam o corruptozinho de plantão e aí passam a atuar como capatazes de engenho. Como está comprometido até a medula e teme ser denunciado por seu comprador o devasso deixa que lesem os cofres públicos. A obra se arrasta, o ladrão vai embora, impune, e a cidade, estado ou país fica com o prejuízo.


Os meus mortos

Lembro minhas raízes aferradas no sul feito carrapato em novilho corcoveador. Minha alma andeja andou a dessedentar-se em muitas lonjuras. Ao corpo ensinei gostos e preparos para viver, beber, matar e morrer. Vento sul pelas costas empurrou-me mundo afora, mas como uma voz de mãe marcava o caminho de voltar. Tantos dos meus se foram. Sacrifiquei essas convivências no altar do egoísmo.
 Onde andam meus ausentes a quem tanto chamo no dia dos mortos? Aprendi grandezas, vesti orgulhos, desfilei vaidades.  Hoje acordo-me pequeno e tolo. É tempo ainda de volver para o sul da vida onde esta insignificância arrogante deixou meu tesouro de pureza e platitude.
E esse vento? Uivando nas frestas, vergando galhos, açoitando o rosto, lacrimejando os olhos. Arrastando-me de volta. Feito cisco. Folha morta.  Adubando saudades dos meus mortos. E já são tantos que entre os vivos estou a tornar-me estranho.

Curtas
-Lingüiça especial, carré de ovelha, maminha, palmito, cerveja e vinho sob o comando do assador Conhaque. O comes e bebes serviu de cenário na casa do Osman Linconl para alarido que reuniu esse que vos escreve, o dono da casa, Paulo Martini, Luiz Veríssimo e Cláudio Schiessl. Flávio Silveira foi ignorado porque seu nome estava na relação de nomes daqueles que deveríamos falar mal (rssss). E como falamos...
-Paulo Martini anda com dores estomacais. Fígado, suspeito eu, sabedor dos porres. Cólicas andropausianas, segundo diagnóstico de Arivan Prochonow, com pompa e arrogância.
- O José Antônio Baço, nosso confrade e tuiteiro, lá de Portugal, fica, pela rede, a maltratar a Débora Almada com um palavreado que ele cavocou no diário de algum “portuga” ensandecido. Ela não entendeu nada do que ele postou. “Estou a mostrar-te erudição”, pavoneou-se o grosso.
- Aos que torcem o nariz para um engenheiro na Secretaria de Educação de Santa Catarina, marco Tebaldi dispara: “O governador não me convidou para dar aula e sim gerir a pasta”.
- Na terça-feira ouvia música de qualidade feita por Jessé (morreu) Pena Branca e Xavantinho (morreram), Ângela Maria (morreu), Altemar Dutra (morreu), Geraldo Vandré (enlouqueceu)... E tanta coisa que deveria ser enterrada de cabeça para baixo para não voltar, segue por aí incomodando os outros. E como incomodam!


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