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terça-feira, 21 de junho de 2011

Temer, o boneco.

Michel Temer, vice presidente da República, marido da bela Marcela, tem se revelado um boneco ventriloquo. Embora seu partido, o PMDB, seja quem na verdade dá sustentação ao governo, ele tal como o Jaburu, que nomeia o palácio em que habita, dorme na beira do lago Paranoá, enquanto sua parceira de chapa, Dilma, honrando as calças que veste, toma decisões que o mole vice fica a saber pelos jornalistas, telejornais e jornais.

Esta semana Temer, que o PMDB vive a cobrar, protagonizou mais um espetáculo de sabujice. Convidado por Luiz Henrique, aceitou prestigiar a posse de Udo Dohler na Acij. Ao saber, Ideli Salvatti, esgrimiu a vassoura, aqueceu o caldeirão de bruxarias, e conjecturou: A posse do empresário, que esnobou seu oferecimento de ocupar a vice na chapa que o PT apresentou para disputar o governo, na verdade é prova da força de LHS que o levou para o PMDB. Contrtariada Ideli, macomunou com a chefa, madame Dilma, e proibiram Temer de vir. Obediente, ele aquiesceu.
Não contavam porém que o velho feiticeiro, doutorado em cabulações diárias ao longo das últimas quatro década,tinha muitos encantamentos para jogar.
LHS, tangeu Valdir Raupp, presidente do partido, para o centro do tabuleiro e transformou a paroquiana posse do presidente da Acij em evento de interesse nacional do PMDB. E lá veio o Temer, emburrado, usando portas laterais da Lyra, mas obediente e lustroso em seu sorriso amarelo.
LHS, com a magnanimidade do vencedor, escoltou-o impávido pelos salões, exibiu-o de roda em roda, deu-lhe comida, meteu-o no avião e devolveu-o ao roupeiro do Jaburu onde dormita até o próximo uso decorativo.

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